Por um mundo melhor

Se você tem metas para um ano. Plante arroz Se você tem metas para 10 anos. Plante uma arvore Se você tem metas para 100 anos então eduque uma criança “Se você tem metas para 1000 anos, então preserve o meio Ambiente.” Não podemos mudar tudo do mundo num único instante, mais poderemos dar pequenos passos que nos levam a tornar o mundo melhor para as gerações futuras. (Confûcio)

Jogos Ambientais



Eu vi um post no E esse tal meio ambiente? sobre jogos ambientais, e decidi postar aqui alguns para vocês. Mesmo que pareçam meio bobocas e infantis, acho que vale a pena dar checada. Justamente por esse caráter de Educação Ambiental, áqueles que trabalham com crianças. Acho bastante importante começar desde cedo sabendo da necessidade de sustentabilidade. Inclusive, fiquei muito feliz ao ser convidado por um amigo hoje, que é professor, para ir à sua classe falar sobre meio ambiente. A escola tem um papel fundamental no crescimento de inserção da criança na sociedade, e este é um tópico indispensável de ser tratado. Mas deixemos a pedagogia para o Dan, Pedro e Harlan.

Já posso adiantar que tem uns jogos bem legais, e até difíceis:

Jogo 1– uma série de jogos do CONPET: reciclagem, quebra-cabeça, memória, reflorestamento, quiz, etc.
Jogo 2 – jogo do WWF-Brasil sofre economia de energia e eficiência energética. Ajude a diminuir o disperdício em sua casa.
Jogo 3 – vários jogos também: quiz, quebra-cabeça, tabuleiro, etc.
Jogo 4 - esse foi o que mais gostei. Está em inglês, mas é bem fácil de entender. Dá até pra competir e usar com a menidada de casa.

Aproveitem!

Click Árvore



Oi Gente bom dia
tava dando uma passada no site Click Árvore e vi um jogo super interessante
pra quem gosta de Colheita Feliz no orkut, esse jogo é bem parecido e tem uma finalidade muito importante que é ajudar a Mata Atlântica. Funciona mais ou menos assim, você faz um cadastro no site e participa do Desafio Verde e todos os dias irá plantar uma árvore, dessa forma ajudamos a reflorestar a Mata atlântica.
Espero que gostem um enorme beijo pra todos vocês.
ta aí o site:
https://clickarvore2.websiteseguro.com/desafio-verde/

Investir em nuclear é jogo perdido



Ativistas do Greenpeace levaram uma mensagem para as semifinais do torneio French Masters de tênis, pedindo ao patrocinador do evento, o banco internacional BNP Paribas, que abandone o jogo nuclear e deixe de investir na construção de novas usinas, inclusive Angra 3.

Seis ativistas penduraram dois banners de 11 metros quadrados com a frase "Pare os investimentos radiativos" no Palais Omnisport de Bercy. O BNP é o banco que mais investe na indústria nuclear no mundo (foram €13,5 bilhões em projetos nucleares entre 2000-2009) e é parte de um consórcio de bancos franceses que vão financiar, com € 1,1 bilhão, o projeto no Rio de Janeiro.

"Da mesma forma que o BNP Paribas usa seu patrocínio no French Master para fazer propaganda de seus serviços, ele deveria propagandear aos espectadores seus planos de financiar a construção de um perigoso e obsoleto reator nuclear no Brasil", afirma Jan Beránek, coordenador da Campanha de Nuclear do Greenpeace Internacional. "Seus clientes devem considerar se querem ter seu dinheiro investido dessa maneira. Além disso, o BNP Paribas poderia anunciar que promoverá as energias renováveis no Brasil."

A construção de Angra 3 começou em 1984 e foi interrompida em 1986, depois do desastre nuclear de Chernobyl, quando os bancos retiraram seu financiamento de projetos desse tipo. A maioria dos equipamentos que serão usados para finalizar o reator é daquela época, anterior a Chernobyl, e mofa no local há 25 anos. Na França, país-sede do BNP, por exemplo, esse material não poderia ser usado - mas por aqui segurança não parece ser uma preocupação.

Outros problemas demonstram que a construção de Angra não deveria sair do papel. Só existe uma estrada de acesso ao local, que é frequentemente bloqueada devido a deslizamentos de terra. O Brasil ainda não apresentou uma solução permanente e segura para a estocagem dos rejeitos nucleares, assim como nenhum outro país do mundo.

Não houve nenhuma análise adequada de segurança da usina, com violação de normas internacionais. Em julho, um promotor público brasileiro chegou a recomendar à Eletronuclear e à Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) que brecassem o projeto.

“O BNP poderia abandonar esse jogo perigoso e se tornar um campeão ao financiar fontes limpas e renováveis de energia", diz Sophia Majnoni d'Intignano, coordenadora da Campanha de Nuclear do Greenpeace na França.

MEIA FLORESTA AMAZÔNICA



O desaparecimento completo da floresta está entre as previsões mais pessimistas. Isso pode acontecer se a temperatura média da região aumentar mais de 5 graus. E essa elevação pode chegar a 8 graus. "Seria um caminho sem retorno", diz Carlos Nobre, climatologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A previsão mais aceita para a região é um aumento de temperatura de cerca de 3 graus até 2100. Nobre afirma que, nessa simulação, a floresta perderia mais da metade de sua cobertura original. "Pode acontecer uma união entre a grande savana da Venezuela e a parte central do Brasil", diz. Seria um campo com algumas árvores, mas dominado por arbustos e capim, bem menos imponente que a floresta atual.
Um estudo realizado em dez anos pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) encontrou algumas pistas sobre como a floresta desapareceria. Segundo o biólogo Daniel Nepstad, coordenador do estudo, a temperatura elevada aumenta os períodos de estiagem. A queda na umidade natural da floresta acaba com o vapor de água da transpiração das plantas, que protege as árvores das queimadas. A vegetação fica mais exposta ao fogo. Como o fogo agrava a seca, cria-se um ciclo de destruição. O baixo nível dos cursos da água pode deixar grande parte da população local com problemas de transporte e alimentação. O desaparecimento de metade da Floresta Amazônica também pode reduzir em até 35% a umidade nas regiões Sul e Sudeste do país, afetando os ciclos de chuvas.

O QUE FAZER
Salvar a floresta depende de algumas ações preventivas. A primeira delas é a criação de mais unidades de conservação, como reservas e parques ecológicos, para conter o fluxo devastador. As pesquisas do Ipam concluíram que a porção mais importante a ser preservada é o sudeste da floresta, entre os Estados do Pará e do Maranhão. "Essa região é fundamental para garantir a umidade, responsável pelas chuvas em toda a Região Norte", afirma Nepstad. Uma segunda ação seria o reflorestamento, com espécies nativas, das áreas já degradadas. "É uma forma de criar um mecanismo para capturar carbono e ao mesmo tempo restabelecer a umidade na região", diz ele. Essas árvores também podem ser utilizadas pela indústria de celulose e nas siderúrgicas. O reflorestamento poder ser intercalado com sistemas de exploração da madeira nativa, a partir de práticas não-predatórias. Mas a ação mais importante é a criação de programas para acabar com a utilização do fogo para limpar o solo. São essas queimadas que saem do controle e carbonizam florestas já fragilizadas. "Sem o combate ao uso do fogo, não há como conservar a Amazônia", diz Nepstad.

NA ROTA DOS FURACÕES


A primeira cena que vem à cabeça quando que se fala em aquecimento global são cidades submersas pela elevação do nível do mar. A imagem da zona sul do Rio de Janeiro alagada é uma possibilidade, mas, se isso ocorrer, dificilmente será antes de 2100. O futuro das casas litorâneas depende do comportamento imprevisível das grandes geleiras da Groenlândia e da parte ocidental da Antártida. Algumas pesquisas mostram que as fraturas na capa de gelo podem provocar um desmoronamento em larga escala, com centenas de quilômetros de extensão, numa questão de meses, a qualquer momento. Se isso acontecer, o nível do mar poderá subir até 12 metros. A melhor comparação é o que houve 125 mil anos atrás, antes da última era glacial. A temperatura da Terra estava em um nível equivalente ao que pode ser atingido no fim deste século. Naquele tempo, a redução dos gelos polares fez o mar subir até 6 metros. Isso bastaria para que as ondas chegassem ao 2o andar de prédios no litoral.

As previsões mais moderadas para o país sugerem a elevação de 58 centímetros no nível do mar. Isso já poderia provocar ressacas mais intensas. "Nesse caso, o mar fica com ondas de 3 metros em cima de uma elevação de até 1,5 metro", afirma Claudio Freitas Neves, pesquisador do Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da UFRJ. "Apesar de o mar retroceder depois de algumas semanas, o estrago seria grande", diz Neves. Essas ressacas podem aumentar a erosão em uma grande faixa litorânea do país, acabando com boa parte das praias. Um estudo do Inpe alertou sobre a possibilidade de esse processo causar prejuízos a 42 milhões de pessoas que vivem na costa. Os pesquisadores também chamam a atenção para a possibilidade de ocorrência de ciclones e furacões no Sul e Sudeste, como o furacão Catarina, que assolou o Sul do país em 2004. Esses eventos podem chegar ao litoral de São Paulo e ao do Rio de Janeiro.

O QUE FAZER
Para lidar com isso, o Brasil vai ter de comprar ou desenvolver sistemas de alerta contra furacões, como os usados pelos Estados Unidos e pelo Japão. É uma forma de retirar a população quando a tempestade se aproxima e reduzir, pelo menos, as mortes. Também será preciso investir em estudos sobre o litoral. Um dos principais obstáculos das projeções sobre elevação do nível do mar é a falta de um mapa cartográfico da costa brasileira. "Não sabemos aonde o mar vai chegar, pois não temos dados precisos da topografia de nossas praias", diz Neves. O pesquisador afirma que a grande maioria de cidades e portos brasileiros - como o de Santos e o do Rio - não tem marcações no chão, chamados de marcos topográficos, para assinalar as elevações no solo. "Sem esses números, é impossível pesquisar", diz Freitas.

Como o aquecimento global vai afetar o Brasil E que medidas o país precisa adotar agora para amenizar os impactos negativos das mudanças climáticas.



As mudanças climáticas já se impõem como um dos principais desafios para o Brasil no século XXI. O recente consenso científico sobre o impacto do aquecimento global aponta obstáculos que o país tem de começar a enfrentar desde já. Caso contrário, as conseqüências podem ser devastadoras. Uma boa comparação é o estado febril em uma pessoa. Um aumento de 2 graus Celsius provoca várias perturbações no funcionamento do organismo humano. Os batimentos cardíacos ficam mais lentos e a transpiração aumenta. Se a elevação for de 5 graus, torna-se grave. Com uma febre de 42 graus, como na malária, a pessoa sofre convulsões. Pode até morrer. Com o planeta, acontece algo semelhante. Segundo os cientistas, se a temperatura sobe 2 graus, sistemas de chuvas e secas já se alteram, mas as formas de vida que conhecemos ainda conseguem se adaptar. Com uma elevação de 5 graus, o clima da Terra entra em colapso. Isso exterminaria a agricultura e a pecuária em boa parte das zonas tropicais, inundaria cidades litorâneas e tornaria freqüentes os furacões em quase todos os oceanos, inclusive o nosso Atlântico Sul. Esse cenário preocupante é resultado de uma alteração na atmosfera da Terra. Um conjunto de gases - principalmente o carbônico - regula a quantidade de calor do Sol absorvida pela Terra. A queima de combustíveis fósseis e das florestas vem lançando quantidades inéditas desses gases na atmosfera. Hoje, sua concentração é duas vezes maior que s a dos últimos 650 mil anos. Nesse intervalo de tempo, a Terra atravessou meia dúzia de eras glaciais e esquentou entre elas. Mas o calor que virá agora pode ser maior que o de qualquer desses períodos. O aquecimento já começou. Em 1905, quando a atividade industrial era menor, a temperatura média do planeta era de 13,78 graus Celsius. Hoje, está em torno de 14,50 graus. Até o fim do século, vai crescer para algo entre 16,50 e 19 graus - numa estimativa conservadora.

O prognóstico oficial sobre as conseqüências práticas de um mundo mais quente será divulgado na semana que vem por um painel de cientistas, o IPCC. Coordenado pela Organização das Nações Unidas (ONU), ele concentra uma elite de 2.500 dos principais pesquisadores de mudanças climáticas. Esse comitê, formado em 1988, atualiza as informações sobre o clima e suas conseqüências. Ele avalia milhares de estudos e deles extrai o que há de consenso científico. No início de fevereiro, o IPCC divulgou as previsões sobre aumento de temperatura da Terra. Na semana que vem, um grupo de pesquisadores representantes dos 130 países que integram o painel, reunidos em Bruxelas, na Bélgica, vai descrever como essas mudanças climáticas afetam cada país.

O Brasil deverá sofrer bastante. Estudos realizados por pesquisadores nos últimos meses já revelam o que pode acontecer com nosso país. ÉPOCA ouviu 12 dos principais cientistas que descrevem os impactos sobre nossa geração e a de nossos filhos. Não são previsões infalíveis. Se há praticamente consenso sobre a gravidade do aquecimento global, os cientistas divergem ao especular sobre seus impactos (leia a reportagem à página 72). Apesar do grau de incerteza, essas pesquisas vão nortear as adaptações necessárias para sobrevivermos nesse novo mundo. A seguir, apresentamos as principais ameaças ao Brasil e um levantamento inédito do que deve ser feito para reduzir seu impacto.

Envie uma Baleia Origami para o Japão.



Salve as baleias. Traga o Japão para o nosso time.

Faça parte da pressão internacional enviando uma baleia de Origami virtual para o novo Primeiro misnitro do Japão e exija o fim da caça de baleias.Os questionamentos aumentam no Japão perguntando porque os impostos pagos pelos Japoneses estão sendo gastos em uma caça comercial pobremente desfarçada de ciência.Com o novo governo no poder,essa é a oportunidade para mudar a política e acabar com a caça de baleias.

Assine a petição para criar sua própria baleia de origami.

No site do Greenpeace

http://www.send-a-whale.com/sendawhale/landing_trans.php?t_lang=pt

Nos últimos dias, uma polêmica agitou o meio científico internacional. As pesquisas que comprovam o aquecimento global foram colocadas sob suspeita. Mensagens trocadas entre cientistas revelariam que uma das pesquisas teria sido fraudada para reforçar a tese de que o planeta está esquentando. Cientistas ligados à ONU contra-atacaram. E divulgaram, ontem, um comunicado reafirmando que o aquecimento climático é "inequívoco". Essa polêmica é especialmente explosiva porque acontece no momento em que o mundo está de olho em um encontro histórico, na Dinamarca. Representantes de 190 países já estão em Copenhague e, a partir de amanhã, eles começam a discutir o futuro do planeta. Está nas mãos deles decidir se estão todos dispostos a agir e, assim, evitar que as mudanças climáticas sejam catastróficas. O mundo inteiro está preocupado. A Terra já está quase 1ºC mais quente do que há 150 anos, quando começou a era industrial. E os efeitos desse aquecimento já são visíveis. O maior desafio dos países reunidos em Copenhague é limitar a emissão de gases do efeito estufa. Especialmente o mais célebre deles, o gás carbônico, o CO2. Existem outros fatores que levam ao aquecimento global. Mas está comprovado que há uma relação direta entre o aumento da concentração do gás na atmosfera e o aumento da temperatura. Como chegamos a este ponto? Tudo começou na revolução industrial. Foi quando passamos a usar máquinas, movidas a carvão e a petróleo, para fabricar produtos ou para o transporte. Carvão e petróleo, quando queimados, liberam CO2. As explicações para tudo isso estão em uma das regiões mais remotas do planeta - a Antártica, o continente gelado. VEJA OS BASTIDORES DA REPORTAGEM NA ANTÁRTICA E agora, o que vai acontecer com o planeta? Os cientistas afirmam que, se conseguirmos baixar drasticamente as emissões - devemos chegar ao final do século, com um aumento de temperatura de cerca de 2ºC. Parece pouco, mas isso pode provocar mudanças climáticas dramáticas, mais furacões, enchentes, secas, situações de frio extremo e calor extremo, aumento do nível do mar. Mas se não conseguirmos controlar o aquecimento, se a tendência atual das emissões de CO2 continuar, estima-se um aumento de 4ºC até 2100. Um mundo completamente diferente do que conhecemos. A definição de como será esse mundo, começa amanhã, em Copenhague. NADA FOI FEITO EM COPENHAGUE

Água: recurso ameaçado





Três quartos da superfície do nosso mundo são cobertos por água, sendo 97% salgada, e apenas 3% doce. Contudo, do percentual total da água doce existente, a maior parte encontra-se sob a forma de gelo nas calotas polares e geleiras, parte é gasosa e parte é líquida - representada pelas fontes subterrâneas e superficiais. Já os rios e lagos, que são nossas principais formas de abastecimento, correspondem a apenas 0,01% desse percentual, aproximadamente

Água: recurso ameaçado





Homem enche galão de água em rio quase seco na província de Yunnan, na China. Mais da metade da população mundial - cerca de três bilhões de pessoas - sofrerá escassez de água em 2025, segundo a Unesco












Peixes mortos na lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, em fevereiro. O fenômeno pode ter sido causado por uma mudança abrupta na temperatura ou, mais provável, pela poluição.